Chapéu de até 3 cm, cinza-claro, viscoso e estriado até o centro; um pé translúcido, fino como um fio de cabelo. O chapéu e as lâminas brilham em verde (pico em 525 nm); o pé não.
- Tamanho
- Chapéu de até 3 cm de largura; pé de 6 a 30 mm de altura e de 0,3 a 1 mm de espessura.
- Cheiro
- Forte, de amônia.
- Onde cresce
- Sobre gravetos caídos, galhos e cascas no Japão, em Taiwan, na Polinésia, em Java, no Sri Lanka, na Austrália e no Brasil.
- Quando
- Na estação das chuvas, quando o ar fica perto de 88 % de umidade.
- Confunde-se com
- Outras micenas luminosas, como Mycena discobasis e Mycena margarita.
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- Família
- Mycenaceae
- Ordem
- Agaricales
- Bioluminescência
- O chapéu e as lâminas brilham em verde; o pé quase nada. O brilho chega ao máximo a 27 °C, entre 25 e 39 horas depois dos primeiros brotos, e some por volta das 72 horas.
- Química
- O ácido trans-p-hidroxicinâmico dispara a reação que produz a luz.
- Esporos
- Esporada branca; esporos de 7 a 8,5 por 5 a 6 µm.
- Primeira coleta
- Em 1854 nas ilhas Bonin, pelo botânico Charles Wright.
É associado a
- Florestas à noite
- Ilhas do Japão
- Luz viva
- Nomes populares
- Yakoh-take, "cogumelo de luz noturna", em japonês; "Green Pepe" nas ilhas Bonin.
No folclore
No Japão ela é chamada pela sua luz. Nas ilhas Hachijō e Bonin cresce sobretudo nos pecíolos secos da tamareira-anã, e só quando o ar está úmido o bastante: um chão de floresta que brilha depois das chuvas.
Curiosidade
Samoa a colocou num selo postal em 1985.
Folclore e associações tradicionais. Variam conforme a fonte e são crenças, não afirmações científicas.