Taças de 2 a 6 cm, de um escarlate liso por dentro, pálidas e finamente feltradas por fora, sobre um pé curto enfiado num galho enterrado; frutifica no fim do inverno.
- Tamanho
- Taças de 2 a 6 cm de largura, sobre um pé de até 4 cm, muitas vezes enterrado.
- Comestibilidade
- É comida em alguns lugares, mas tem pouca carne; este atlas não é um guia para comê-la.
- Onde cresce
- Sobre galhos caídos e meio enterrados de aveleira, salgueiro, olmo e outras árvores de folhas largas, em matas úmidas, do inverno ao começo da primavera.
- Confunde-se com
- Suas parentes próximas Sarcoscypha austriaca, S. dudleyi e S. occidentalis, que se distinguem ao microscópio.
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- Família
- Sarcoscyphaceae
- Ordem
- Pezizales
- Ecologia
- Decompõe a madeira caída; é um dos primeiros fungos do ano.
- Esporos
- Esporada branca; esporos de 26 a 40 por 10 a 12 µm, disparados de sacos minúsculos que forram a taça.
- Química
- Seu vermelho vem de carotenoides, sobretudo plectaniaxantina e β-caroteno.
- Descrita
- Em 1772 por Giovanni Scopoli como Helvella coccinea; Lambotte lhe deu o nome atual em 1889.
É associado a
- Elfos
- Mata no inverno
- Decoração de mesa
- Nomes populares
- Taça-escarlate, taça-dos-elfos.
No folclore
Os oneida da América do Norte usavam as taças secas e moídas para estancar o sangramento do umbigo dos recém-nascidos. Na Scarborough vitoriana era vendida com musgo e folhas como decoração de mesa, e no Jura as crianças a comiam crua sobre pão com manteiga.
Curiosidade
Quando uma taça madura é tocada, ela dispara todos os esporos de uma vez numa nuvem visível, às vezes com um leve sopro audível.
Folclore e associações tradicionais. Variam conforme a fonte e são crenças, não afirmações científicas.